sexta-feira, maio 21, 2010
terça-feira, maio 18, 2010
quarta-feira, maio 12, 2010
sexta-feira, maio 07, 2010
terça-feira, maio 04, 2010




Palácio Nacional da Ajuda
Um palácio que permanece inacabado.
A história deste palácio remonta a 1726 quando D. João V comprou três quintas em Belém. Em duas dessas quintas estão, actualmente, o Palácio de Belém e o Palácio das Necessidades. A terceira quinta seria para a construção de uma residência de Verão para a família real, tendo sido rasgada a Calçada da Ajuda para esse efeito.
Quando se deu o terramoto de 1755, D. José e a família real estavam em Belém. O rei ficou tão impressionado com o acontecimento que se recusou a viver em edifícios de alvenaria e mandou construir um palácio em madeira e pano no Alto da Ajuda. Chamou a este palácio Real Barraca ou Paço de Madeira e era decorado sumptuosamente com peças de tapeçaria, pintura e ourivesaria.
D. José viveu na Real Barraca até morrer em 1777.
Em 1794, um criado provocou inadvertidamente, um incêndio que destruiu por completo a Real Barraca e seu valiosíssimo recheio. Salvou-se a Torre Paroquial ou do Galo
É já no tempo do principe D. João, futuro D. João VI que se inicia a construção de um novo palácio. Interrompida pelas Invasões Francesas e a partida da família real para o Brasil.
Em 1821, quando D. João VI regressa do Brasil o Palácio ainda não estava concluido permitindo apenas a realização de cerimónias protocolares.
Só em 1861 passa a Residência Régia para o rei D. Luis e a esposa Maria Pia de Sabóia que introduziu grandes alterações na decoração e modernas condições de habitabilidade.
A Rainha Maria Pia viveu no palácio até Outubro de 1910 data em que a familia Real foi obrigada a abandonar Portugal, devido à instauração da República.
Actualmente além de Museu é também sede do Ministério da Cultura, Instituto Português do Património e Instituto dos Museus.
quarta-feira, abril 28, 2010
O que resta de uma folha.
Que foi um orgão vivo de uma planta, realizou fotosíntese e respiração. Desta, em forma ovada, possivelmente de uma dicotiledónea, restaram só as nervuras por onde antes corria a seiva. O vento trouxe-a até mim, peguei-lhe com cautela e depois de a fotografar guardei-a numa caixa, conjecturando sobre as fragilidades e vulnerabilidades de todos os seres vegetais ou não.
sexta-feira, abril 23, 2010
Fragata D. Fernando II e Glória
A Fragata encontra-se em Cacilhas, junto ao terminal fluvial, onde pode ser visitada. Actualmente é um Navio Museu da Marinha Portuguesa.
Recebeu o nome em homenagem a D. Fernando Saxecoburgo Gota, marido de D. Maria II e também por ter sido entregue à protecção de N.Sra. da Glória.
Foi o último navio à vela da Marinha Portuguesa e substitui em 1865 a Nau Vasco da Gama como Escola de Artilharia Naval.
Efectuou a sua última missão em 1878.
Em 22 de Janeiro de 1992 o casco da Fragata D, Fernando II foi posto a flutuar e em 8 de Abril de 1997, depois de várias obras de recuperação, foi relançado ao mar.
Esteve em exposição na Expo 98.
quarta-feira, abril 21, 2010
quarta-feira, abril 14, 2010
Calçada romana em Conímbriga
Calçada portuguesa na Figueira da Foz
Calçada portuguesa em Cascais
A arte de calcetar de que temos vestígios, remonta ao tempo dos romanos.
A calçada portuguesa surgiu pela primeira vez em 1842 , trabalho realizado por presidiários chamados "grilhetas", por ordem do Tenente -general Eusébio Pinheiro Furtado, Governador de armas do Castelo de São Jorge.. O material usado é calcário e basalto que continua nos dias de hoje.
É uma arte que poucos reconhecem como tal, chegando mesmo a surgirem vozes de protesto por os nossos passeios terem essa configuração. O problema está, a meu ver, no desleixo a que são votados e a falta de civismo de todos nós.
Além de ter uma beleza inigualável, tem uma manutenção mais barata e escoa a água da chuva mais rapidamente.
Podemos ver a calçada portuguesa em quase todo o mundo. E, que maravilha ter sob os nossos pés, golfinhos, estrelas, ondas do mar, flores, elaborados pelas mãos criativas dos nossos mestres-calceteiros.
sábado, abril 10, 2010
Cacilheiros
Perde-se no tempo, quando se terá iniciado a ligação entre as duas margens do Tejo. Mas consta que já no séc. XIII (1284) as autoridades de Almada e Lisboa negociavam essa mesma travessia.
Os Cacilheiros, designação dada aos barcos que asseguram a ligação entre Lisboa e Cacilhas, fazem parte das nossas memórias. A travesssia do Tejo é uma vivência arrebatadora.
Estes velhos Cacilheiros estão a ser substituídos por barcos mais modernos, mais confortáveis, mas é com certa melancolia que aceito este facto tão natural.
O Eborense foi construído em 1954 nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo sendo, portanto, o mais antigo.
