quinta-feira, abril 05, 2012
segunda-feira, abril 02, 2012
Fluviário de Mora
O Fluviário de Mora foi inaugurado no dia 21 de Março de 2007, início da Primavera e Dia da Àgua.
É o primeiro grande aquário de água doce da Europa.
Em Agosto de 2007 já tinha atingido os 100.000 visitantes.
Para o visitar, com calma, talvez um dia da semana seja melhor.
Fica, aproximadamente , a hora e meia de Lisboa. Aproveite e delicie-se com uma boa refeição alentejana.
quinta-feira, março 29, 2012
Encontrei este meu vizinho a cantar uma pequena canção muito em voga numa escola da Ericeira.
Com música do "Atirei o ao Gato ..to..to, ele, sem ressentimentos, lá seguia seu caminho:
Vai-te embora, pulga maldita
Batata frita
Viva o Benfica!
O que ele foi fazer.
Pulga maldita ainda se compreende.
Viva o Benfica ainda se compreende.
Mas um gato a cantar loas às batatas fritas... como é possivel?
Gato que é gato, não come batata frita só peixe , pois se até há um carapau chamado carapau do gato!!!
Entretanto os carapaus de corrida da sua comunidade de gatos, sempre muito senhores do seus bigodes tiraram-lhe o retrato e agora tem ficha na Polícia do Bairro.
O respeitinho é uma coisa muito bonita.
segunda-feira, março 26, 2012
Lembram-se do dia 25 de Abril de 1974?
Que saudade.
O Cravo ficou o símbolo da Democracia em Portugal.
Neste momento creio que ele está um bocadinho combalido, ou seja a nossa Democracia já conheceu melhores dias.
Em tempos trabalhei numa empresa cujo director-geral expressava numa teoria a sua maneira de gerir uma empresa que era a seguinte: Para que tanto patrão como empregado se sentissem bem era necessário usar o chicote e a cenoura, uma metáfora evidentemente. Havia bastante chicote e lá pelo Natal lá vinha a cenoura, ou antes, uma cenourinha bébé muito raquítica.
Também sempre ouvi dizer "ou há moralidade ou comem todos". E lá voltamos nós às cenouras. Quando assistimos à distribuição desumana de tanta chicotada para muitos e a distribuição grada de grandes e suculentas cenouras só para alguns, ficamos a pensar que há uma grande imoralidade a grassar por aí.
Pensar é o que nos resta.
sexta-feira, março 23, 2012
segunda-feira, março 19, 2012
quinta-feira, março 15, 2012
Nesta apagada e vil tristeza que atravessamos, surge de vez em quando um paraíso.
Ericeira - Restaurante Sul.
Desta vez escolhi petingas fritas e albardadas com arroz de tomate e, como sobremesa: frutas (ananás, manga, kiwi e tangerina) gratinadas.
Um olhar sobre o mar bem azul da Ericeira e a companhia das gaivotas sempre presentes.
Um atendimento familiar e acolhedor.
A paz na terra.
Podem crer.
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segunda-feira, março 12, 2012
quarta-feira, março 07, 2012
terça-feira, fevereiro 28, 2012
Quando em Junho de 2011 a cidade de Lisboa apareceu com os "vidrões" embelezados até achei interessante. Pelo menos estavam com um aspecto lavado.
Passado este tempo todo, em Alcântara, estão assim, sujos, desleixados e se chegamos muito próximo devemos ficar, de certeza, cheios de micróbios.
Noutros locais chegam a estar vandalizados.
Se calhar, teria sido preferível mantê-los como estavam mas com os cuidados de higiene próprios de uma cidade europeia e cosmopolita.
E não me venham cá dizer que a culpa é da falta da chuva.
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sexta-feira, fevereiro 24, 2012
A Ana enviou-me este vídeo espantoso, que não resisto a mostrar-vos.
Como estamos a atravessar uma seca que começa a ser preocupante, quem sabe os deuses ouçam estes artistas tão fabulosos e nos enviem a tão desejada chuva.
Bom fim de semana.
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terça-feira, fevereiro 21, 2012
Entre sobas solertes e solenes
Aqui estou de poeta e de passagem.
Das 25 pombas deste Abril
As melhores levo em versos na bagagem.
E aqui as solto transidas e alertadas
Pelo hálito do medo que já volta
E cada uma delas é uma concha
Carregando uma pérola de revolta.
Aqui eu as desprendo contra a noite
Que já da liberdade os trevos pisa
E cada uma delas é um rio
Desfiando uma prata insubmissa.
Se o país que na esperança exercitámos
For um desvão de Abril apunhalado
Onde a vida reclama a plenitude
É que o poeta é febre é raiva é dardo.
É canto arterial é um centauro
Com uma flecha de música no flanco
É toda a luz na boca e a liberdade
É o mais certeiro tiro do seu canto.
Enquanto lira for de luz cantada
O poeta sem repouso no combate,
A luta não termina quando perde
A cor nos cravos que a escuridão abate.
Natália Correia - Rascunho de uma Epístola
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domingo, fevereiro 19, 2012
sexta-feira, fevereiro 17, 2012
Universidade de Coimbra
A cidade tem beleza natural mas é dominada pela Universidade que foi fundada nos finais do sec XIII e definitivamente instalada desde 1537.
Mas, já anteriormente, existiu uma Escola Episcopal destinada à formação de clérigos. Dada a qualidade do ensino foi também frequentada por não-religiosos a partir do sec XI-XII.
Onde há estudantes há música e com eles nasceu um estilo muito próprio, a canção de Coimbra. Sendo no mundo uma das raras universidades, possuidoras de uma canção que a represente e que vem desde a idade média. A canção nasceu na rua e é cantada em grandes espaços. A ela estão ligados nomes que nos tocam muito: Adriano Correia de Oliveira e José Afonso a que associamos a Liberdade.
A canção da cidade dos estudantes não integrou a candidatura do Fado a Património Imaterial da Humanidade, mas faz parte de outra, já entregue à Unesco: a candidatura da Universidade de Coimbra a Património Mundial da Humanidade.
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segunda-feira, fevereiro 13, 2012
quarta-feira, fevereiro 08, 2012
Ainda a propósito do tema lançado esta semana : Não sejam piegas, vieram-me à memória algumas frases da sabedoria popular que antes do 25 de Abril eram frequentes serem ouvidas e parece que voltaram a estar na moda.
Pobrete mas alegrete
É comer e calar
Aos pobres até os cães ladram
Os pobres de espírito enchem o reino dos céus
Bem prega Maria em casa vazia
Nunca peças a quem pediu, nem sirvas a quem serviu
Pobrezinho mas honrado
Numa casa, uma porta e uma janela, quanto basta para ela.
O pobre quando mete a mão ao bolso, só tira os cinco dedos
Sol e vento é meio sustento
E tantos outros. Por isso "lá vamos cantando e rindo...levados,levados sim", porque não somos piegas.
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