terça-feira, fevereiro 26, 2008




Escuto mas não sei
Se o que oiço é silêncio
Ou deus

Escuto sem saber se estou ouvindo
O ressoar das planícies do vazio
Ou a consciência atenta
Que nos confins do universo
Me decifra e fita

Apenas sei que caminho como quem
É olhado amado e conhecido
E por isso em cada gesto ponho
Solenidade e risco

Sophia de Mello Breyner Andresen - Escuto

9 comentários:

Té la mà Maria - Reus disse...

una muy buena foto, sobre todo por el color, el azul y el blanco, felicidades

obrigado

Bipede Implume disse...

té la mà maria-reus
É o azul da Ericeira que tem a côr do céu.
Saludos de amizade.

Tojagal disse...

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Mónica Lice disse...

Parabéns pelo blog e obrigada pelo link!

Beijinhos.

Meg disse...

Com o poema da Sophia e com a luz que emana dessa parede branca da fotografia... e aquele céu azul,
este neste recanto, respira-se a tranquilidade de que tanto necessitamos.
Obrigada e um abraço

Malashicage disse...

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Anónimo disse...

Ericeira, Sofia, que bonito programa!
BISOUS.
Cristina

Vieira Calado disse...

Pois é...
A Sophia era grande poetisa!
cumprimentos

Bipede Implume disse...

mónica lice
Obrigada pela visita e comentário.
Beijinhos.

Querida Meg
O mérito vai todo para o céu da Ericeira. Esta é a Igreja de Sta. Marta. A Poetisa Sophia inunda-nos de beleza. Pois é, minha amiga, temos que levar a vida com calma. Só temos esta.
Grande abraço.

Querida Cristina
Também concordo. Mais uns meses e estarás também junto ao mar e veres este céu maravilhoso.
Beijinhos.

Vieira Calado
Obrigada pela visita e comentário.
A palavra de Sophia era cristalina.
Abraço.