terça-feira, julho 28, 2009




Furnas - Ericeira


Sou poeta,
Vou de poeta,
E são versos que sei,
Versos, pois, vos direi,
Ouvintes verdadeiros!
O mar também só diz
O que sabe:
Que não cabe
Nos abissais sepulcros onde mora,
E por isso transborda o sofrimento
Em ondas de ilusão - versos em movimento,
Que o infinito lê e a solidão decora.

Miguel Torga - Missão

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5 comentários:

Je Vois la Vie en Vert disse...

És poeta, és !

Belas fotos do mar. Será que nos vamos encontrar ao pé deste mar ?
A Cristina está quase a chegar e tenciono ir vê-la por volta do dia 12.


Talvez... à bientôt !

Beijinhos

Verdinha

Ana Tapadas disse...

Querida Isabel:
Que bom olhar esse mar! Que sorte que tens...
Eu, por enquanto, faço limpezas e traço o roteiro de férias.
Preciso gastar o meu subsídio de férias para colocar a cabeça em ordem para mais um ano escolar. E, não será fácil, pois a escola anda em obras...
Ainda havemos de nos conhecer ( e olha que nunca pensei dizer isto na net)
Beijinho grande

Janaina Amado disse...

Este maravilhoso poema de Miguel Torga eu não conhecia, obrigada por postá-lo. E a Ericeira é sempre um chamado.

Bipede Implume disse...

Minhas queridas amigas

Verdinha
Ana
Janaína

Quando chega o mês de Agosto chega também uma filha que está longe e vem passar as férias comigo. Por isso fazemos férias juntas.
Mas estarei atenta aos meus amigos tanto quanto possível.
Obrigada pelo vosso carinho.
Beijinhos e até já.

ADRIANO NUNES disse...

Isabel,


magnífico poema do Miguel Torga! Sinto o poema em mim como se eu mesmo o tivesse feito e esse é o lance dos grandes poemas: parecem que são nossos.

Grande abraço e boas férias!
Adriano Nunes.