segunda-feira, outubro 06, 2008




Da roseira sai a rosa.
Oh que formosa!
Que matiz mostra tão fino!
Embora nasça do espinho,
nasce inteira e olorosa.
Nasce de novo primor
esta flor.
Desde o chão é tal seu cheiro
que penetra o céu inteiro
sua força maravilhosa.

in Lírica Espanhola de TipoTradicional

(selecção,tradução e notas de José Bento)

in Poemário Assírio & Alvim 2007

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6 comentários:

Ana Tapadas disse...

Queridas Amigas:
Pois é... devo dizer, em nome da verdade, que encontrei um pequeno pedaço de papel com esse escrito da adolescência, dentro de um livro de Machado de Assis. Velhos sonhos, portanto...
Beijinho grande

ps - Bela a rosa de fim de verão.

Cristina disse...

Bela rosa cheia de delicadeza!
Grande abraço.

Anónimo disse...

Desde o chão é tal seu cheiro
que penetra o céu inteiro...
...Lo mismo se puede decir de tu blog.
Besos:
JK
http://berlanga.blogia.com/

Je Vois la Vie en Vert disse...

Tenho umas rosas parecidas com estas no meu jardim.
Beijinhos verdinhos

Bipede Implume disse...

Ana
Também tinha esse hábito de pôr entre as páginas dos livros (ainda tenho...) flores secas , pratas de chocolate, folhas de papel. Depois quando voltas a folhear esses livros..."surprise".
Beijinhos.

Cristina
Podem ser delicadas estas rosas mas não tanto, como tu.
Beijinhos.

Olá JK
Fico sempre muito sensibilizada com os teus comentários.
Muito obrigada.
Beijinhos.

Olá Verdinha
Estas são também do meu jardim.
Adoro flores e rosas especialmente.
Beijinhos.

Meg disse...

Isabel,
Atrasada mas sempre presente para ler mais um bonito poema e deliciar-me com as tuas lindíssimas rosas.
Um óptimo fim de semana.
Um abraço