terça-feira, outubro 28, 2008



Cabo Carvoeiro
Da Pedra Erguida, olhando pr'a leste,
Exploro o mar sem fim:
Fervilham as águas, sem parar,
Arvoredos espessos,
Luxuriante a erva.
O vento do Outono sopra e assobia,
Vagas, imensas, se elevam no céu.
O sol e a lua, na sua viagem, parece
Que surgem do meio das ondas
E a Via Láctea, cintilante,
Como que vem do fundo do mar.
Que maravilha!
Canto-a
Nesta canção.
Cao Cao (155-220) - Contemplando o mar
in Uma Antologia da Poesia Chinesa por Gil de Carvalho
in Poemário Assírio&Alvim 2007

7 comentários:

Cristina disse...

O mar sempre bela e misterioso!
Grande abraço de saudade...

Ana disse...

Que belo o mar! Que saudade...nesta minha correria diária!
Obrigada mil vezes pela gentileza dos teus comentários.
Árida vai a vida, pelas Escolas, como este vento norte.
Beijinho

Meg disse...

Não sei o que mais admire, se a canção, a imponência das imagens do Cabo Carvoeiro, das rochas ou a limpidez e transparência das águas.
O mar proporciona-nos sempre imagens deslumbrantes.Bem hajas!

Um abraço

Verdinha disse...

"O vento de Outono sopra e assobia" : é precisamente o que sentimos agora !
Obrigada pelas tuas palavras aquando dos 90 anos do meu Pai. Afinal, não foi tarde e ele ficou encantado por tantas pessoas lhe desejar um feliz aniversário !
Beijinhos verdinhos

Bipede Implume disse...

Minhas amigas

Cristina
Ana
Meg
Verdinha

Um abraço muito fraterno para todas vós.
Fico muito feliz por gostarem tanto do mar como eu.
Beijinhos e bom fim de semana.

Anónimo disse...

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