sexta-feira, abril 03, 2009




Cheiro a terra as árvores e o vento
Que a Primavera enche de perfumes
Mas neles só quero e só procuro
A selvagem exalação das ondas
Subindo para os astros como um grito puro.

Sophia de Mello Breyner Andresen - Mar (II)

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7 comentários:

Meg disse...

Isabel,

O mar é uma constante na escrita de Sophia de Mello Breyner.
E este poema prova-o mais uma vez.

Um beijo

Ana Tapadas disse...

Isabel, querida:
De facto perco muito tempo de volta das flores - mesmo tendo um jardim muito pequeno...adoro a natureza em geral, a humana em particular, e pessoas como tu em especial!
Não sei dar nomes às minhas flores, como tu.
Uma vez disse que eras arquitecta, pelo profissionalismo das fotos. Penso que entendi.
Agora vejo-te especialista nestas flores, árvores...mas é a tua natureza humana que encanta!
Beijinho

Cristina disse...

Bom fim de semana, amigos.
"As ondes quebravam uma a uma
Eu estava so com areia e com a espuma
Do mar que cantava so para mim."
Sophia de Mello Breyner.
grande abraço.

Carminda Pinho disse...

O mar de Sophia, o nosso mar...é fascinação.
Claro que as fotos são lindíssimas.

Beijos, Isabel

comboio turbulento disse...

Sophia e o mar da Aguda para tantas vezes vou passear. Uma eterna paixão

alfacinha disse...

Quem não gosta de ver as ondas bater nas rochas portuguesas e ler as frases de Sophia de Mello Breyner Andresen . Cumprimentos de Antuérpia

Bipede Implume disse...

Meus queridos amigos

Meg
Ana
Cristina
Carminda
Combóio turbulento
Afacinha

Obrigada sempre por me fazerem companhia e principalmente porque, tal como eu, sentem este arrebatamento em relação ao mar.Que faz parte da poesia de Sophia. É como diz o Combóio"uma eterna paixão".
Beijinhos.